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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

4° Encontro dos Galvão do RN - Veja as fotos:

4° Encontro da Família Galvão do RN
15 de novembro de 2017
 Veja as fotos
 Família Galvão de Canguaretama RN, que foram os anfitriões.

Família Galvão de Tibau do Sul RN.

 
Família Galvão de Pedro Velho com uma representação de Parelhas RN.


Família Galvão de Canguaretama com um representante dos Pires Galvão de Acarí RN


 Presença dos Galvão originários de Pedro Velho RN.








 Brasão da Família exposto no Arena Galvão, local do encontro.
 



Na sequência temos os representantes da prestigiosa família Galvão de Tibau do Sul RN
 Família Galvão de Tibau do Sul com a prestigiosa presença do Genealogista Sérgio Banhos (à direita de camisa azul).



Visão geral do 4° Encontro do Galvão do RN
 
 
Entrada do local do encontro


 Suliana Galvão, representante dos Galvão pernambucanos, ao lado de Vera Galvão e Ana maria Galvão. Suliana veio do município de Pesqueira PE especialmente para o 4° Encontro dos Galvão do RN.


Muito bate papo. Francisco Galvão, o Senador Sérgio Petecão e os fotógrafos Fred Filho e Fred Galvão.

 
 Representante do Seridó, Winston Pinheiro Galvão, de Currais Novos.

 

Representantes dos Galvão de Acarí RN, Tibau do Sul RN, Canguaretama RN, Belém PA e Pesqueira PE. 
 Novas gerações de Galvão

 
 As prestigiosas professoras Suliana Galvão (Pesqueira PE) e Marih Galvão (Tibau do Sul RN)

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Família Galvão fará seu 4° encontro

O encontro deste ano será em 15 de novembro, em Canguaretama RN.




ONDE SERÁ?


LOCALIZAÇÃO
https://www.google.com.br/maps/dir/''/Arena+Galv%C3%A3o+-+Avenida+Nossa+Senhora+da+Concei%C3%A7%C3%A3o+-+NOSSA+Senhora+DA+CONCEI%C3%83O,+Canguaretama+-+RN/@-6.3714726,-35.2140279,12z/data=!3m1!4b1!4m8!4m7!1m0!1m5!1m1!1s0x7b281e67a6ec0eb:0xcb1cbe029ba7682c!2m2!1d-35.1439873!2d-6.3714773



Quanto Custa?
O evento é gratuito, mas pedimos que confirme a presença por questões de quantidade de pessoas. Ao atingirmos o limite, não será aceita mais inscrições. Na inscrição, cada participante confirma seu almoço, ao custo de R$ 15,00. Crianças até seis anos não pagam, entre sete e doze ano pagam a metade.

Quem pode ir?
Qualquer indivíduo que se sinta ligado à família Galvão, independente de ter o sobrenome registrado em cartório.
 



Programação do 4º Encontro da Família Galvão do RN


PROGRAMAÇÃO OFICIAL
15 de Novembro de 2017

10:00 - Palestra motivacional;
10:30 - Palestra sobre a origem da Família;
11:00 - Informações sobre os Galvão do Brasil e de outros países;
             Informações sobre a Associação dos Galvão da Europa,   
             do Canadá e da América do Sul 
11:30 - Apresentações entre os familiares;
12:00 - Almoço;
12:00 - Apresentações Culturais;
15:00 - Pelada dos Galvão.




quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Familia Galvão faz sua homenagem no Dia de Finados








A COMEMORAÇÃO NA HISTÓRIA

Os primeiros vestígios de uma comemoração coletiva de todos os fiéis defuntos são encontrados em Sevilha (Espanha), no séc. VII, e em Fulda (Alemanha) no séc. IX.

O fundador da festa foi Santo Odilon, abade de Cluny, o qual a introduziu em todos os mosteiros de sua jurisdição, por volta do ano 1.000. Na Itália em geral, a celebração já era encontrada no fim do séc. XII e, mais precisamente em Roma, no início do ano de 1.300. Foi escolhido o dia 2 de novembro para ficar perto da comemoração de todos os santos.
Neste dia, a Igreja especialmente autoriza cada sacerdote a celebrar três Missas especiais pelos fiéis defuntos. Essa prática remonta ao ano de 1915, quando, durante a Primeira Guerra Mundial, o Papa Bento XV julgou oportuno estender a toda Igreja esse privilégio de que gozavam a Espanha, Portugal e a América Latina desde o séc. XVIII.

Tertuliano (220) Bispo de Cartago afirma: “A esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte. O prelado atesta o uso de sufrágios na liturgia oficial de Cartago, que era um dos principais centros do Cristianismo no século III: “Durante a morte e o sepultamento de um fiel, este fora beneficiado com a oração do sacerdote da Igreja.
Falando da vida de Cartago, no século III, afirma Vacandart, sobre a vida religiosa: “Aí vemos o clero e os fiéis a cercar o altar […] ouvimos os nomes dos defuntos lidos pelo diácono e o pedido de que o bispo ore por esses fiéis falecidos; vemos os cristãos […] voltar para casa reconfortados pela mensagem de que o irmão falecido repousa na unidade da Igreja e na paz do Cristo.
São Gregório Magno (540-604), Papa e Doutor da Igreja, declara:
“No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma Aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver cometido uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem no presente século nem no século futuro (cf. Mt 12,31). Dessa afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (dial. 4, 39).
São João Crisóstomo (349-407), Bispo e Doutor da Igreja, afirma:
“Levemos-lhe socorro e celebremos a sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelos sacrifícios de seu pai (Jó 1,5), porque duvidar que as nossas oferendas em favor dos mortos lhes leva alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer as nossas orações por eles” (Hom. 1Cor 41,15). E “Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade. “Da mesma forma, rezando nós a Deus pelos defuntos, ainda que pecadores, não lhe tecemos uma coroa, mas apresentamos Cristo morto pelos nossos pecados, procurando merecer e alcançar propiciação junto a Deus clemente, tanto por eles como por nós mesmos.
Santo Epifanio (403), Bispo da ilha de Chipre, diz: "Sobre o rito de ler os nomes dos defuntos (no sacrifício) perguntamos: que há de mais nisso?que há de mais conveniente, de mais proveitoso e mais admirável que todos os presentes creiam viverem ainda os defuntos, não deixarem de existir, e sim existirem ao lado do Senhor? Com isso se professa uma doutrina piedosa: os que oram por seus irmãos defuntos abrigam a esperança (de que vivem), como se apenas casualmente estivessem longe. E sua oração ajuda aos defuntos, mesmo se por elas não fiquem apagadas todas as dívidas […]. A Igreja deve guardar este costume, recebido como tradição dos Pais […] a nossa Mãe, a Igreja, nos legou preceitos, os quais são indissolúveis e definitivos.
Os Cânones de Santo Hipólito (160-235), que se referem à Liturgia do século III, contêm uma rubrica sobre os mortos […] “[…] Caso se faça memória em favor daqueles que faleceram […]” (Canones Hippoliti, em Monumenta Ecclesiae Liturgica; PR, 264, 1982).
Serapião de Thmuis (século IV), Bispo, no Egito, compôs uma coletânea litúrgica, na qual se pode ver a intercessão pelos irmãos falecidos:
“Por todos os defuntos dos quais fazemos comemoração, assim oramos: “Santifica essas almas, pois Tu as conheces todas; santifica todas aquelas que dormem no Senhor; coloca-as em meio às santas Potestades (anjos); dá-lhes lugar e permanência em teu reino” (Journal of Theological Studies t. 1, p. 106; PR , 264, 1982).
“Nós te suplicamos pelo repouso da alma de teu servo (ou de tua serva); dá paz a seu espírito em lugar verdejante e aprazível, e ressuscita o seu corpo no dia que determinaste” (PR, 264,1982).
As Constituições Apostólicas, do fim do século IV, redigidas com base em documentos bem mais antigos, no livro VIII da coleção, relata:
Oremos pelo repouso de (citar nome), a fim de que o Deus bom, recebendo a sua alma, lhe perdoe todas as faltas voluntárias e, por sua misericórdia, lhe dê o consórcio das almas santas.

SOBRE AS INDULGÊNCIAS

Constituição Apostólica Doutrina das Indulgências Papa Paulo VI, 1967, diz:
“A doutrina e o uso das indulgências vigentes na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na Revelação divina, a qual vindo dos Apóstolos, se desenvolve na Igreja sob a assistência do Espírito Santo, enquanto a Igreja no decorrer dos séculos, tende para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus (Dei Verbum, 8) e ( DI, 1).
Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos (Norma 1).
“Assim nos ensina a revelação divina que os pecados acarretam como consequencia penas infligidas pela santidade e justiça divina, penas que devem ser pagas ou neste mundo, mediante os sofrimentos, dificuldades e tristezas desta vida e, sobretudo, mediante a morte, ou então no século futuro […]” (DI, 2).
“Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados” (Catecismo da Igreja Católica, 1498).

CONDIÇÕES PARA GANHAR A INDULGÊNCIA PLENÁRIA

Para si ou para uma alma
1 – Confessar-se bem, rejeitando todo pecado;
2 – Participar da Santa Missa e comungar com esta intenção;
3 – Rezar pelo Papa ao menos um Pai Nosso, Ave Maria e Glória e
4 – Visitar o cemitério e rezar pelo falecido.
Obs.: Fora da semana dos falecidos, o item 4 pode ser substituído por: Terço em família diante de um oratório, Via-Sacra na igreja; meia hora de adoração do Santíssimo ou meia hora de leitura bíblica meditada.
Leia mais: https://formacao.cancaonova.com/igreja/historia-da-igreja/o-dia-de-finados/

sábado, 12 de novembro de 2016

Família Galvão na Academia de Letras

Academia de Letras de Canguaretama recebe dois representantes da Família Galvão

Francisco Galvão
Francisco Alves Galvão Neto, nasceu na cidade de Canguaretama no dia 02 de julho de 1969, filho de João Alves Galvão e Lúcia Alves de Araújo. É Pedagogo, licenciado em História e Bacharel em Ciências Sociais, especialista na área de Educação e História, também é mestre em Filosofia. Atua como professor na Educação Básica da rede pública e como professor universitário da rede particular. Participou ativamente no jornalismo local através dos jornais “A Voz da Penha”, “A Voz do Agreste”, “O Soveral” e na rádio Manguezal. É casado com Lúcia Galvão e pai de Lucas Dimitri e Breno Vinícius. Escritor com trabalhos na área de História, Etnografia e Literatura, suas principais obras são “Elementos da História, Geografia e Cultura do Município de Canguaretama“ e “A Ressuscitada”. Na Academia de Letras de Canguaretama, ocupa a cadeira número 12, cujo o patrono é o escritor Homero Homem. 
 
João Maria Alves de Castro
João Maria Alves de Castro nasceu em 19 de abril de 1957, em
Canguaretama-RN.  Filho de
Paulírio Martins de Castro e Alzira Alves de Castro.  Fez o curso primário no Grupo Escolar Fabricio Maranhão e o ginasial na Escola Cenecista 16 de julho, na cidade de Canguaretama. Cursou o 2° grau na Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte, em Natal/RN. É sociólogo, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com especialização em Meio Ambiente pela FARN. Escreveu dois livros de poemas e foi um dos fundadores dos jornais “A Voz da Penha” e “A Voz do Agreste”. Casado com a Socióloga Maria de Fatima Barbosa Farias de Castro, com quem tem 3 filhos. Trabalha na Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte, onde exerceu vários cargos, entre eles Assessor de Planejamento, Gerente Regional, Chefe de Gabinete de vários presidentes e Diretor Comercial.